Devolvo a vida que me invade
suas notas aquecidas de veneno
teus tons com cinismo e horror
no compasso se esconde a violência
nas palavras de acalanto a dor
manipula mentes em pesadelos
no inverso da liberdade do terror
os males entram pelo corpo
sem respeito as escolhas
me deixando a duvida
de cultura ou não cultura
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Nesta noite minha alma chorou
meu corpo esqueceu-se de sentir
ja não avia mundo nem flores
morria ali minha inocencia
meus sonhos todos lavados
por aguas sujas de odio
meu corpo esqueceu-se de sentir
ja não avia mundo nem flores
morria ali minha inocencia
meus sonhos todos lavados
por aguas sujas de odio
na noite da rua e seu monstro
na noite em que lagrimas
visitam meu rosto
na luta esquecida
na noite em que lagrimas
visitam meu rosto
na luta esquecida
da noite que me lembro
nada senti sø pedia socorro
pra minha alma que ali se foi
enquanto ando olhando as ruas
esperando encontra-la
pra mais um passeio
de mãos dadas comigo
nada senti sø pedia socorro
pra minha alma que ali se foi
enquanto ando olhando as ruas
esperando encontra-la
pra mais um passeio
de mãos dadas comigo
na noite da rua e suas lentes
manteria vivo o corpo
em suas noticias e luta
onde nada se esquecia
manteria vivo o corpo
em suas noticias e luta
onde nada se esquecia
na noite que me restou as aguas
fui levado de mim
para a mais bela escuridão
fui levado de mim
para a mais bela escuridão
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Vou agora pelas ruas amargas
Desmontando o pânico em cada olhar
Nos braços do desconhecido o carinho
Na certeza de quem protegeria vem a dor
Lavando as ruas como resto de lixo nas calçadas
No coração que antes chorava por amor
Se calou a tanta desordem
Que nossos guerreiros venham as ruas de braços abertos
Limpando a alma e o corpo
Que façamos eles saberem
Que toda essa farsa vem ao chão
E meu país vivera um amanhã de iguais
Desmontando o pânico em cada olhar
Nos braços do desconhecido o carinho
Na certeza de quem protegeria vem a dor
Lavando as ruas como resto de lixo nas calçadas
No coração que antes chorava por amor
Se calou a tanta desordem
Que nossos guerreiros venham as ruas de braços abertos
Limpando a alma e o corpo
Que façamos eles saberem
Que toda essa farsa vem ao chão
E meu país vivera um amanhã de iguais
o dia quase para, parou pra colocar nas nuvens lagrimas
fez das palavras mordazes machucarem por tantos
a vida marca seus erros em toda a parte
coisas impossíveis de se esconder, preciso viver
fez das palavras mordazes machucarem por tantos
a vida marca seus erros em toda a parte
coisas impossíveis de se esconder, preciso viver
sua alma vai longe deixando barbas sem cor
os olhos refletem as mãos atadas por si só
o peito não mais responde sobre o seu todo
nada mais alem das nuvens no pensar
Deixo os sorrisos pra mais tarde
espero voltar ao meu dia ao meu mundo
quanto mais poderei ir ate o fim
sei que na próxima rua vira uma esquina
onde voltarei ao eixo e concertarei meus erros
mas ate lá vou me adaptar ao silencio de agora
os olhos refletem as mãos atadas por si só
o peito não mais responde sobre o seu todo
nada mais alem das nuvens no pensar
Deixo os sorrisos pra mais tarde
espero voltar ao meu dia ao meu mundo
quanto mais poderei ir ate o fim
sei que na próxima rua vira uma esquina
onde voltarei ao eixo e concertarei meus erros
mas ate lá vou me adaptar ao silencio de agora
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