Ame a Todos como se fosse um só.
No único, percorre a vida.
Permanece em meu ser.
Neste ser que interpreta sonhos.
Sonhos desfeitos pela sua falta.
O que nos falta sempre, amor.
Amor que devemos amar como único.
Única vida, único rastro
Teu amor como se fosse um.
(Escrito em uma mesa de bar, com amigos, brincando de improvisar)
Helio e Kleber (06/07/2009)
terça-feira, 7 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Tudo deve estar no lugar
No mesmo ponto de onde partir
Meus amigos ainda andam por ai
Cantando as mesmas musicas
Sorrindo amor entre meninas
Ja sou homem agora
Onde a vida vem e se reforma
Tenho a vida dobrando esquinas
Enquanto vivo a mesma vida
Mais tudo esta lá
Em algum lugar nada mudou
Ficou eterno marcado no tinteiro
Nos riscos descritos do passado
Nada mudou e só nos resta lembrar
No mesmo ponto de onde partir
Meus amigos ainda andam por ai
Cantando as mesmas musicas
Sorrindo amor entre meninas
Ja sou homem agora
Onde a vida vem e se reforma
Tenho a vida dobrando esquinas
Enquanto vivo a mesma vida
Mais tudo esta lá
Em algum lugar nada mudou
Ficou eterno marcado no tinteiro
Nos riscos descritos do passado
Nada mudou e só nos resta lembrar
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O vento sem teu perfume
Sem o som da sua voz
Gritos e acordes
A musica invadindo a noite
No mais adiante nosso adeus
O sonho não havia começado
E já chegara ao fim
Palavras cansadas e eternas
Dançava em pleno ar
Cortando o céu e a lua
Deixando em seu rastro estrelas
Logo me retorna o vento
Tocando meu rosto sem labios
Meu corpo distante
Redescobre o gosto de ser fim
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Servindo Vida
Na manhã dos trinta
nada trazia, negava-se acontecer
naquele instante, por mero capricho
Alcoolizava meu corpo
achando-me homem
mediano perfeito, sem coração
não toquei velhas musícas
Coloquei-me longe de todos
mesmo dos que me querem bem
procurei estar sozinho
enganando meu peito, fazendo doer
sem porque temendo viver, morrer
no filme escrito ser detalhes vistos
o sobrio homem que me servia
abraçou-me sem medo nem ardor
dizendo-me num sorri feliz trinta
Na manhã dos trinta
nada trazia, negava-se acontecer
naquele instante, por mero capricho
Alcoolizava meu corpo
achando-me homem
mediano perfeito, sem coração
não toquei velhas musícas
Coloquei-me longe de todos
mesmo dos que me querem bem
procurei estar sozinho
enganando meu peito, fazendo doer
sem porque temendo viver, morrer
no filme escrito ser detalhes vistos
o sobrio homem que me servia
abraçou-me sem medo nem ardor
dizendo-me num sorri feliz trinta
Assinar:
Postagens (Atom)