Vou agora pelas ruas amargas
Desmontando o pânico em cada olhar
Nos braços do desconhecido o carinho
Na certeza de quem protegeria vem a dor
Lavando as ruas como resto de lixo nas calçadas
No coração que antes chorava por amor
Se calou a tanta desordem
Que nossos guerreiros venham as ruas de braços abertos
Limpando a alma e o corpo
Que façamos eles saberem
Que toda essa farsa vem ao chão
E meu país vivera um amanhã de iguais
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
o dia quase para, parou pra colocar nas nuvens lagrimas
fez das palavras mordazes machucarem por tantos
a vida marca seus erros em toda a parte
coisas impossíveis de se esconder, preciso viver
fez das palavras mordazes machucarem por tantos
a vida marca seus erros em toda a parte
coisas impossíveis de se esconder, preciso viver
sua alma vai longe deixando barbas sem cor
os olhos refletem as mãos atadas por si só
o peito não mais responde sobre o seu todo
nada mais alem das nuvens no pensar
Deixo os sorrisos pra mais tarde
espero voltar ao meu dia ao meu mundo
quanto mais poderei ir ate o fim
sei que na próxima rua vira uma esquina
onde voltarei ao eixo e concertarei meus erros
mas ate lá vou me adaptar ao silencio de agora
os olhos refletem as mãos atadas por si só
o peito não mais responde sobre o seu todo
nada mais alem das nuvens no pensar
Deixo os sorrisos pra mais tarde
espero voltar ao meu dia ao meu mundo
quanto mais poderei ir ate o fim
sei que na próxima rua vira uma esquina
onde voltarei ao eixo e concertarei meus erros
mas ate lá vou me adaptar ao silencio de agora
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
corres alheio ao coração
sem entender o que esta ao lado
o peito em pedaços
tantas fotos em meu rio
corre em lagrimas subterrâneas
vem sem pressa e sem medo
doendo aos poucos no sorriso
foram tres notas pela noite
onde a encontrei e teve fim
no despedir confuso
foi somente aquele tempo
onde as luzes brilhavam
a lagrima vinha em sua nascente
descendo morro a baixo
sem entender de tanto querer
e tudo vive em mim
minhas horas negando sempre
tirando vc do pensamento
e calando o peito dormente
sem o seu bem querer
sem entender o que esta ao lado
o peito em pedaços
tantas fotos em meu rio
corre em lagrimas subterrâneas
vem sem pressa e sem medo
doendo aos poucos no sorriso
foram tres notas pela noite
onde a encontrei e teve fim
no despedir confuso
foi somente aquele tempo
onde as luzes brilhavam
a lagrima vinha em sua nascente
descendo morro a baixo
sem entender de tanto querer
e tudo vive em mim
minhas horas negando sempre
tirando vc do pensamento
e calando o peito dormente
sem o seu bem querer
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
venha ver meus olhos
contemplando tuas curvas
em noites mais calmas
neste amor que corre solto
sem ter pressa de despertar
tem nos dias cinzas
esse toque de não estar
ao inverso do teu colo
suas mãos me tocam medo
vejo crescer em teu mundo
a distancia do querer e estar
foges de um mundo em ondas
declaras com medo não me amar
o tempo vai pingando em desejos
de ter seu corpo em minha tatuagem
teus sons entre a noite a acalantar
dedos trémulos a reconhecer seu rosto
neste sorriso a meia luz vem iluminar
tudo que em mim se torna vivo
em fim nesta hora de acordar
tata
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