Não há luz em minha janela
Nem seu corpo em meu olhar
O que me inspira dor e solidão
A parte do poema que não vinha
Um desejo inverso a ilusão
Tentado o poeta sem sorte
Quando a esperança soa morte
Espero na angustia do amado
Lágrimas se via sem rumo
Folhas dançando ao vento
Prudente pingo despenca no ar
Molas de concretos a espreita
Na cama sem reboco
Coberta pelo chão sem sono
Passa a fome a mendigar
quarta-feira, 26 de maio de 2010
domingo, 21 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Vem vamos caminhar
Por os pés no mundo
Sentir o gosto vivo
O pulsar da vida no ar
Vejo olhos repletos
De sonhos quando passo
Deixo de lado outros
Dor e rancor sem voz
Estamos nós no caminho
Passos, pegadas amor
Somos todos o mesmo fruto
Risos delirios e gritos
Passamos pela noite
Vamos rasgando o dia
Pouco a pouco
Muito a pouco
Devagar no abraço
Que transporta mais amor
Por os pés no mundo
Sentir o gosto vivo
O pulsar da vida no ar
Vejo olhos repletos
De sonhos quando passo
Deixo de lado outros
Dor e rancor sem voz
Estamos nós no caminho
Passos, pegadas amor
Somos todos o mesmo fruto
Risos delirios e gritos
Passamos pela noite
Vamos rasgando o dia
Pouco a pouco
Muito a pouco
Devagar no abraço
Que transporta mais amor
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Guardo gotas de vida enjauladas
Feito lagrimas escondidas
No calor do dia que descreve a noite
Resgate meu olhar desperto na solidão
Embriague minha vida cinza
No calor do teu abraço apertado e morno
Antes mesmo que eu possa dizer adeus
Tire de mim esta dor cega muda invalida
Afasta-me de toda a dor cego amor
Feito lagrimas escondidas
No calor do dia que descreve a noite
Resgate meu olhar desperto na solidão
Embriague minha vida cinza
No calor do teu abraço apertado e morno
Antes mesmo que eu possa dizer adeus
Tire de mim esta dor cega muda invalida
Afasta-me de toda a dor cego amor
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