terça-feira, 8 de setembro de 2009

Ferve-me teus sonhos e meu corpo
Tuas mãos me seguem cegas
Teus olhos trêmulos transborda
E em meu peito jaz teu sono

Desperto nossos corpos
Corrompe o mundo novo
Nas paredes e léguas divididas
Unem sonhos em laços

E novamente teus olhos me evade
Na luz caminhando para longe
No topo do mundo minha partida
Tua tatuagem em meu corpo

Pele cabelos em meu peito
O som a se deitar no ar
A espera dos barulhos na porta
Meus passos a voltar

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Parecia

Parecia


Tudo o que me move alimenta a alma

Os braços que repousa em teu colo

O amor em maremoto destrói cidades

Aperta-me em teus braços ate sufocar

Deixo o mundo lá, fora do tempo

Pintado lento, com medo, tudo novo

A menina se faz mulher, agora vive

Seu amor em gotas quase louca

Beijos cheios de saliva doce amável

Perturbam a ordem na nua rua

Levanto cedo para ver o sol nascer

Iluminando amores distantes separados

Entre o velho novo mundo redonde

Que insiste em parar ladeira a baixo

Impondo leis que não criei

No estandarte azul belo e cinza

Onde a única estrela brilha

Do jeito que se quer chamar

Nessas sua contas somente amor se da

terça-feira, 7 de julho de 2009

Ame a Todos como se fosse um só.
No único, percorre a vida.
Permanece em meu ser.
Neste ser que interpreta sonhos.
Sonhos desfeitos pela sua falta.
O que nos falta sempre, amor.
Amor que devemos amar como único.
Única vida, único rastro
Teu amor como se fosse um.

(Escrito em uma mesa de bar, com amigos, brincando de improvisar)

Helio e Kleber (06/07/2009)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Tudo deve estar no lugar
No mesmo ponto de onde partir
Meus amigos ainda andam por ai
Cantando as mesmas musicas
Sorrindo amor entre meninas
Ja sou homem agora
Onde a vida vem e se reforma
Tenho a vida dobrando esquinas
Enquanto vivo a mesma vida
Mais tudo esta lá
Em algum lugar nada mudou
Ficou eterno marcado no tinteiro
Nos riscos descritos do passado
Nada mudou e só nos resta lembrar

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Desperto longe
Dos braços do mundo
Acordo confuso
Nada me cerca
Um vazio no olhar
Levanto triste
Quase morto
desistindo
Ergo-me devagar
Respiro vivo
Levanto pra vida
Rasguei meus planos
Calei a vida
Tudo que vier eu topo
Estes dias ja me basta
Não quero ver o sol
Nem mesmo sentir a luz
Trafego nas ruas
Nada se faz novo
O passado se faz distande
Nesta hora de dormir
O vento sem teu perfume
Sem o som da sua voz
Gritos e acordes
A musica invadindo a noite
No mais adiante nosso adeus
O sonho não havia começado
E já chegara ao fim
Palavras cansadas e eternas
Dançava em pleno ar
Cortando o céu e a lua
Deixando em seu rastro estrelas
Logo me retorna o vento
Tocando meu rosto sem labios
Meu corpo distante
Redescobre o gosto de ser fim